Diário Oficial

LEI Nº884/2021.

LEI Nº884/2021.

        DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES PARA A  ELABORAÇÃO DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA O EXERCÍCIO DE 2022, E DÁ OUTRAS  PROVIDÊNCIAS.  

Pedro Ferreira de Farias Filho, Prefeito em exercício do Município de Touros,  Estado do Rio Grande do Norte, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele  sanciona a seguinte: 

L E I: 

Art. 1º – O Orçamento do Município de Touros, Estado do Rio Grande do Norte,  para o exercício de 2022, será elaborado conforme previsto no art. 165, inciso II, §º  da Constituição Federal, art. 4º da LRF e será executado observando as diretrizes,  objetivos, prioridades e metas estabelecidas nesta lei, compreendendo: 

I – as Metas Fiscais; 

II – as Prioridades da Administração Municipal;  

III – a Estrutura dos Orçamentos; 

IV – as Diretrizes para a Elaboração do Orçamento do Município; V – as Disposições sobre a Dívida Pública Municipal; 

VI – as Disposições sobre Despesas com Pessoal; 

VII – as Disposições sobre Alterações na Legislação Tributária; e VIII – as Disposições Gerais. 

I – DAS METAS FISCAIS 

Art. 2º – Em cumprimento ao estabelecido no artigo 4º da Lei Complementar nº  101, de 4 de maio de 2000, as metas fiscais de receitas, despesas, resultado  primário, nominal e montante da dívida pública para o exercício de 2022, estão  identificados nos Demonstrativos desta Lei, em conformidade com as portarias 

expedidas pela secretaria do Tesouro Nacional – STN, relativas as normas de  contabilidade pública. 

Art. 3º – A Lei Orçamentária Anual abrangerá as Entidades da Administração  Direta, Indireta e fundos municipais, que recebem recursos do Orçamento Fiscal e da  Seguridade Social. 

Art. 4º – O Anexo de Riscos Fiscais, § 3º do art. 4º da LRF, foi incluído nos  moldes do Manual de Demonstrativos Fiscais – MDF da Portaria nº 924/2021-STN.

Art. 5º – Os Anexos de Riscos Fiscais e Metas Fiscais referidos no Art. 2º e 4º  desta Lei constituem-se dos seguintes: 

I – Demonstrativo de Riscos Fiscais e Providências. 

ANEXO DE METAS FISCAIS 

Demonstrativo I – Metas Anuais; 

Demonstrativo II – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício  Anterior; 

Demonstrativo III – Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Metas Fiscais Fixadas  nos Três Exercícios Anteriores; 

Demonstrativo IV – Evolução do Patrimônio Líquido; 

Demonstrativo V – Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de  Ativos; 

Demonstrativo VI – Receitas e Despesas Previdenciárias do RPPS; Demonstrativo VII – Estimativa e Compensação da Renúncia de Receita; e  Demonstrativo VIII- Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter  Continuado. 

Parágrafo Único – Os Demonstrativos referidos neste artigo serão apurados  em cada unidade gestora e a sua consolidação constituirá nas metas fiscais do  município.  

RISCOS FISCAIS E PROVIDÊNCIAS 

Art. 6º – Em cumprimento ao § 3º, do art. 4º, da LRF, a Lei de Diretrizes  Orçamentárias – LDO 2022, deverá conter o Anexo de Riscos Fiscais e Providências. 

METAS ANUAIS 

Art. 7º – Em cumprimento ao § 1º, do art. 4º, da Lei de Responsabilidade Fiscal  – LRF, o Demonstrativo I – metas anuais serão elaboradas em valores correntes e  constantes, relativos às receitas, despesas, resultado primário e nominal e montante  da dívida pública, para o exercício de referência 2022 e para os dois seguintes. 

§ 1º – Os valores correntes dos exercícios de 2022, 2023 e 2024 deverão levar  em conta a previsão de aumento ou redução das despesas de caráter continuado,  resultantes da concessão de aumento salarial, incremento de programas ou  atividades incentivadas, inclusão ou eliminação de programas, projetos ou atividades.  Os valores constantes utilizam o parâmetro Índice Oficiais de Inflação Anual, dentre  os sugeridos pela Portaria nº 924/2021 da STN.

§ 2º – Os valores da coluna “% PIB” serão calculados mediante a aplicação do  cálculo dos valores correntes, divididos pelo PIB Estadual, multiplicados por 100. 

AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO  ANTERIOR 

Art. 8º – Atendendo ao disposto no § 2º, inciso I, do Art. 4º da LRF, o  Demonstrativo II – avaliação do cumprimento das metas fiscais do exercício anterior,  tem como finalidade estabelecer um comparativo entre as metas fixadas e o resultado  obtido no exercício orçamentário anterior, de receitas, despesas, resultado primário e  nominal, dívida pública consolidada e dívida consolidada líquida, incluindo análise  dos fatores determinantes do alcance ou não dos valores estabelecidos como metas. 

METAS FISCAIS ATUAIS COMPARADAS COM AS FIXADAS NOS TRÊS  EXERCÍCIOS ANTERIORES 

Art. 9º – De acordo com o § 2º, item II, do Art. 4º da LRF, o Demonstrativo III – metas fiscais atuais comparadas com as fixadas nos três exercícios anteriores, de  receitas, despesas, resultado primário e nominal, dívida pública consolidada e dívida  consolidada líquida, deverão estar instruídos com memória e metodologia de cálculo  que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três  exercícios anteriores e evidenciando a consistência delas com as premissas e os  objetivos da Política Econômica Nacional. 

Parágrafo Único – Objetivando maior consistência e subsídio às análises, os  valores devem ser demonstrados em valores correntes e constantes, utilizando-se os  mesmos índices já comentados no demonstrativo I. 

EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 

Art. 10 – Em obediência ao § 2º, inciso III, do Art. 4º da LRF, o demonstrativo  IV – evolução do patrimônio líquido, deve traduzir as variações do patrimônio de cada  ente do município e sua consolidação. 

ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO  DE ATIVOS 

Art. 11 – O § 2º, inciso III, do Art. 4º da LRF, que trata da evolução do  patrimônio líquido, estabelece também, que os recursos obtidos com a alienação de  ativos que integram o referido patrimônio, devem ser reaplicados em despesas de  capital, salvo se destinada por lei aos regimes de previdência social, geral ou próprio dos servidores públicos. O demonstrativo V – origem e aplicação dos recursos obtidos  com a alienação de ativos estabelecem de onde foram obtidos os recursos e onde  foram aplicados. 

ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA 

Art. 12 – Conforme estabelecido no § 2º, inciso V, do Art. 4º, da LRF, o anexo  de metas fiscais deverá conter um demonstrativo que indique a natureza da renúncia  fiscal e sua compensação, de maneira a não propiciar desequilíbrio das contas  públicas.  

§ 1º – A renúncia compreende incentivos fiscais, anistia, remissão, subsídio,  crédito presumido, concessão de isenção, alteração de alíquota ou modificação da  base de cálculo e outros benefícios que correspondam à tratamento diferenciado. 

§ 2º – A compensação será acompanhada de medidas correspondentes ao aumento da receita, proveniente da elevação de alíquotas, ampliação da base de  cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição. 

MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER  CONTINUADO 

Art. 13 – O Art. 17, da LRF, considera obrigatória de caráter continuado a  despesa corrente derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo normativo  que fixem para o ente obrigação legal de sua execução por um período superior a  dois exercícios. 

Parágrafo Único – O demonstrativo VIII – margem de expansão das despesas  de caráter continuado, destina-se a permitir possível inclusão de eventuais  programas, projetos ou atividades que venham caracterizar a criação de despesas de  caráter continuado. 

MEMÓRIA E METODOLOGIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS DE RECEITAS,  DESPESAS, RESULTADO PRIMÁRIO, RESULTADO NOMINAL E MONTANTE DA  DÍVIDA PÚBLICA. 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS DAS  RECEITAS E DESPESAS. 

Art. 14 – O § 2º, inciso II, do Art. 4º, da LRF, determina que o demonstrativo de  metas anuais seja instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os  resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política  econômica nacional. 

Parágrafo Único – De conformidade com a Portaria nº 924/2021-STN, a base  de dados da receita e da despesa constitui-se dos valores arrecadados na receita  realizada e na despesa executada nos três exercícios anteriores e das previsões para  2022, 2023 e 2024. 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS DO  RESULTADO PRIMÁRIO. 

Art. 15 – A finalidade do conceito de resultado primário é indicar se os níveis  de gastos orçamentários são compatíveis com sua arrecadação, ou seja, se as  receitas não financeiras são capazes de suportar as despesas não financeiras. 

Parágrafo Único – O cálculo da meta de resultado primário deverá obedecer à  metodologia estabelecida pelo Governo Federal, através das portarias expedidas pela  STN – Secretaria do Tesouro Nacional, relativas às normas da contabilidade pública. 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS DO  RESULTADO NOMINAL 

Art. 16 – O cálculo do resultado nominal deverá obedecer a metodologia  determinada pelo Governo Federal, com regulamentação pela STN. 

Parágrafo Único – O cálculo das metas anuais do resultado nominal deverá levar em conta a dívida consolidada, da qual deverá ser deduzida o ativo disponível,  mais haveres financeiros menos restos a pagar processados, que resultará na dívida  consolidada líquida, que somada às receitas de privatizações e deduzidos os  passivos reconhecidos, resultará na dívida fiscal líquida. 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS DO  MONTANTE DA DÍVIDA PÚBLICA 

Art. 17 – Dívida pública é o montante das obrigações assumidas pelo ente da  federação. Esta será representada pela emissão de títulos, operações de créditos e  precatórios judiciais.  

Parágrafo Único – Utiliza a base de dados de balanços e balancetes para sua  elaboração, constituída dos valores apurados nos exercícios anteriores e da projeção  dos valores para 2022, 2023 e 2024. 

II – DAS PRIORIDADES DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 

Art. 18 – As prioridades e metas da administração municipal para o exercício  financeiro de 2022 foram definidas e demonstradas no Plano Plurianual de 2022 a 2025, compatíveis com os objetivos e normas estabelecidas nesta lei e no art. 165, § 2º da Constituição Federal. 

§ 1º – Os recursos estimados na Lei Orçamentária para 2022 serão destinados,  preferencialmente, para as prioridades e metas estabelecidas no Anexo desta lei, não  se constituindo, todavia, em limite à programação das despesas. 

§ 2º – Na elaboração da proposta orçamentária para 2022, o Poder Executivo, após autorização do Poder Legislativo, poderá aumentar ou diminuir as metas físicas estabelecidas nesta Lei, a fim de  compatibilizar a despesa orçada à receita estimada, de forma a preservar o equilíbrio das contas públicas. 

III – DA ESTRUTURA DOS ORÇAMENTOS 

Art. 19 – O orçamento para o exercício financeiro de 2022 abrangerá os  Poderes Legislativo e Executivo, que recebam recursos do Tesouro e será  estruturado em conformidade com a Estrutura Organizacional estabelecida em cada  entidade da administração municipal. 

Art. 20 – A Lei Orçamentária para 2022 evidenciará as receitas e despesas de  cada uma das unidades gestoras, especificando aqueles vínculos a fundos,  autarquias, e aos orçamentos fiscais e da seguridade social, desdobrada as despesas  por função, sub função, programa, projeto, atividade ou operação especiais e, quanto  a sua natureza, por categoria econômica, grupo de natureza de despesa e  modalidade de aplicação, tudo em conformidade com as portarias expedidas da  Secretaria do Tesouro Nacional – STN, relativas a normas de contabilidade pública,  conforme anexos próprios definidos. 

Art. 21 – A mensagem de encaminhamento da proposta orçamentária será  elaborada em conformidade com o que determina o art. 22, Parágrafo Único, inciso I  da Lei 4.320/1964. 

IV – DAS DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO  DO MUNICÍPIO 

Art. 22 – O Orçamento para exercício de 2022 obedecerá entre outros, ao  princípio da transparência e do equilíbrio entre receitas e despesas, abrangendo os  Poderes Legislativos e Executivos, Fundações, Fundos, Empresas Públicas e outras  (art. 1º, § 1º 4º I, “a” e 48 LRF).

Art. 23 – Os estudos para definição dos orçamentos da receita para 2022 deverão observar os efeitos da alteração da legislação tributária, incentivos fiscais  autorizados, a inflação do período, o crescimento econômico, a ampliação da base de  cálculo dos tributos e a sua evolução nos últimos três exercícios e a projeção para os  dois seguintes (art. 12 da LRF). 

Art. 24 – Na execução do orçamento, verificado que o comportamento da  receita poderá afetar o cumprimento das metas de resultado primário e nominal, os  Poderes Legislativos e Executivos, de forma proporcional as suas dotações e  observadas a fonte de recursos, adotarão o mecanismo de limitação de empenhos e  movimentação financeira nos montantes necessários, para as dotações abaixo (art.  9º da LRF): 

I – Projetos ou atividades vinculadas a recursos oriundos de transferências  voluntárias; 

II – Obras em geral, desde que ainda não iniciadas; 

III – Dotação para combustíveis, obras, serviços públicos e agricultura; e IV – Dotação para material de consumo e outros serviços de terceiros das diversas  atividades.  

Parágrafo Único – Na avaliação do cumprimento das metas bimestrais de  arrecadação para implementação ou não do mecanismo da limitação de empenho e  movimentação financeira, será considerado ainda o resultado financeiro apurado no  balanço patrimonial do exercício anterior, em cada fonte de recursos. 

Art. 25 – As despesas obrigatórias de caráter continuado em relação à receita  corrente líquida, programadas para 2022, após autorização do Poder Legislativo,  poderão ser expandidas, tomando-se por  base as despesas obrigatórias de caráter continuado fixadas na lei orçamentária anual para 2021 (art. 4º, § 2º da LRF), conforme demonstrado em anexo desta lei. 

Art. 26 – Constituem riscos fiscais capazes de afetar o equilíbrio das contas  públicas do Município, aqueles constantes do anexo próprio desta Lei (art. 4º, § 3º da  LRF).  

§ 1º – Os riscos fiscais, caso se concretize, serão atendidos com recursos da  reserva de contingência e também, com a redução dos investimentos municipais. 

§ 2º – Sendo estes recursos insuficientes, o executivo municipal poderá  elaborar decreto, propondo anulação de recursos ordinários alocados para outras  dotações não comprometidas.

Art. 28 – O Orçamento para o exercício de 2022 destinará o valor de R$  780.225,00 (setecentos e oitenta mil e duzentos e vinte e cinco reais), que representa  0,4% da Receita Corrente Líquida – RCL, para compor a dotação da Reserva de  Contingência, que será utilizado no atendimento de passivos contingentes e outros  riscos e eventos fiscais imprevistos, visando a obtenção de resultado primário  positivo, se for o caso, conforme disposto legislação vigente do STN e na LRF, (art. 5º  III, “b” da LRF). 

Parágrafo Único – Os recursos da Reserva de Contingência destinados a riscos  fiscais, caso estes não se concretizem, poderão ser utilizados por ato do Chefe do  Poder Executivo Municipal para abertura de créditos adicionais suplementares de  dotações que se tornaram insuficientes. 

Art. 28 – Os investimentos com duração superior a 12 meses só constarão da  lei orçamentária anual se contemplados no Plano Plurianual (art. 5º, § 5º da LRF). 

Art. 29 – O chefe do poder executivo municipal estabelecerá até 30 dias após a  publicação da lei orçamentária anual, a programação financeira das receitas e  despesas e o cronograma de execução mensal para as unidades gestoras, se for o  caso (art. 8º da LRF). 

Art. 30 – Os projetos e atividades priorizados na lei orçamentária para 2022 com dotações vinculadas e fontes de recursos oriundos de transferências voluntárias,  operações de crédito, alienação de bens e outras extraordinárias, serão executados  prioritariamente com suas respectivas fontes, podendo receber complemento de  fontes próprias para sua execução de acordo com o ingresso no fluxo de caixa. (art.  8º, § parágrafo único e 50, I da LRF). 

Art. 31 – A renúncia de receita estimada para o exercício de 2022, constante  do anexo próprio desta Lei, não será considerada para efeito de cálculo do orçamento  da receita (art. 4º, § 2º, V e art. 14, I da LRF). 

Art. 32 – A transferência de recursos do tesouro municipal a entidades  privadas, beneficiará somente aquelas de caráter educativo, assistencial, recreativo,  cultural, esportivo, de cooperação técnica e voltada para o fortalecimento do  associativismo municipal (art. 4º, I, “f” e 26 da LRF). 

Parágrafo Único – As entidades beneficiadas com recursos do Tesouro  Municipal deverão prestar contas no prazo de 90 dias, contados do recebimento do  recurso, na forma estabelecida pelo serviço de contabilidade municipal (art. 70,  parágrafo único da Constituição Federal).  

Art. 33 – Os procedimentos administrativos de estimativa do impacto  orçamentário-financeiro e declaração do ordenador da despesa de que trata o art. 16, 

itens I e II da LRF deverão ser inseridos no processo que abriga os autos da licitação  ou sua dispensa e/ou inexigibilidade.  

Parágrafo Único – Para efeito do disposto no art. 16, § 3º da LRF, é  considerado despesas irrelevantes, aqueles decorrentes da criação, expansão ou  aperfeiçoamento da ação governamental que acarrete aumento da despesa, cujo  montante no exercício financeiro de 2022, em cada evento, não exceda ao valor limite  fixado no item I, “a” e no item II, “a” do art. 23 da Lei nº 8.666/1993, devidamente  atualizado (art. 16, § 3º da LRF). 

Art. 34 – As obras em andamento e a conservação do patrimônio público terão  prioridade sobre projetos novos na alocação de recursos orçamentários, salvo  projetos programados com recursos de transferência voluntária e operação de crédito  (art. 45 da LRF). 

Art. 35 – Despesas de competência de outros entes da federação só serão  assumidas pela administração municipal quando firmados convênios, acordos ou  ajustes e previstos recursos na lei orçamentária (art. 62 da LRF). 

Art. 36 – A previsão das receitas e a fixação das despesas serão orçadas para  2022 a preços correntes. 

 Art. 37 – A execução do orçamento da despesa obedecerá, dentro de cada  Projeto, Atividade ou Operações Especiais, a dotação fixada para cada Grupo de  Despesa / Modalidade de Aplicação, com apropriação dos gastos nos respectivos  elementos de que tratam as portarias expedidas pela Secretaria do Tesouro Nacional  – STN, relativas às normas de contabilidade pública. 

 § 1º – O Poder Executivo e Legislativo, poderão: 

 I – Mediante decreto, usando limites autorizados na Lei Orçamentária,  suplementar as dotações orçamentárias e os créditos adicionais, quando houver, em  decorrência da insuficiência dessas, obedecidos os preceitos do art. 43 da Lei  Federal 4.320/64; 

 II – Mediante portaria, sem exceder os valores totais da Lei Orçamentária,  bem como de cada Categoria Econômica, aprovados pelo Legislativo, transpor,  remanejar, transferir ou utilizar total ou parcialmente os valores das dotações  aprovadas no orçamento corrente. 

§ 2º – A autorização para suplementação constará da lei orçamentária de 2022,  conforme inteligência do § 8º do artigo 165 da Constituição Federal, limitado ao  percentual de 30% (trinta por cento) do valor fixado para as despesas do exercício.

§ 3º – Os créditos adicionais abertos para cobertura de despesas a serem  financiados com recursos de convênios, auxílios, contribuições ou outra forma de  captação, oriundos de outras esferas de governo ou entidade, não serão computados  no limite de que trata o parágrafo segundo deste artigo. 

§ 4º – Os Poderes Municipais, poderão alterar, por decreto, a classificação da  natureza da despesa prevista para uma determinada fonte de recursos de um  Programa constante do seu Quadro de Detalhamento de Despesas – QDD, inserindo  novos elementos, desde que não seja alterado o valor deste programa aprovado pela  Câmara Municipal. 

Art. 38 – Durante a execução orçamentária de 2022, o Poder Executivo  Municipal, poderá incluir novos projetos, atividades ou operações especiais no  orçamento das Unidades gestoras na forma de crédito especial, desde que se  enquadre nas prioridades para o exercício de 2022 (art. 167, I da Constituição  Federal). 

Art. 39 – O controle de custos das ações desenvolvidas pelo Poder Público  Municipal, obedecerá ao estabelecido no art. 50, § 3º da LRF. 

Parágrafo Único – Os custos serão apurados através de operações  orçamentárias, tomando-se por base as metas fiscais previstas nas planilhas das  despesas e nas metas físicas realizadas e apuradas ao final do exercício (art. 4º, “e”  da LRF). 

Art. 40 – Os programas priorizados por esta Lei e contemplados no Plano  Plurianual, que integrarem a Lei Orçamentária de 2022 serão objeto de avaliação  permanente pelos responsáveis, de modo a acompanhar o cumprimento dos seus  objetivos, corrigir desvios e avaliar seus custos e cumprimento das metas físicas  estabelecidas (art. 4º, I, “e” da LRF). 

V – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE A DÍVIDA PÚBLICA MUNICIPAL 

Art. 41 – A Lei Orçamentária de 2022 poderá conter autorização para  contratação de Operações de Crédito para atendimento às Despesas de Capital,  observado o limite de endividamento, na forma estabelecida na LRF (art. 30, 31 e 32). 

Art. 42 – A contratação de operações de crédito dependerá de autorização em  lei específica (art. 32, § 1º, I da LRF). 

Art. 43 – Ultrapassado o limite de endividamento definido na legislação  pertinente e enquanto perdurar o excesso, o Poder Executivo obterá resultado  primário necessário através da limitação de empenho e movimentação financeira (art.  31, § 1°, II da LRF).

VI – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE DESPESAS COM PESSOAL 

Art. 44 – O Executivo e o Legislativo Municipal, mediante lei autorizativa, poderão em 2022 criar cargos e funções, alterar a estrutura de carreira, corrigir ou  aumentar a remuneração de servidores, concederem vantagens, admitir pessoal  aprovado em concurso público ou caráter temporário na forma de lei, observado os  limites e as regras da LRF (art. 169, § 1º, II da Constituição Federal). 

Parágrafo Único – Os recursos para as despesas decorrentes destes atos  deverão estar previstos na lei de orçamento para 2022. 

Art. 45 – Ressalvada a hipótese do inciso X do artigo 37 da Constituição Federal, a despesa total com pessoal de cada um dos poderes em 2022, executivo e  Legislativo, não excederá em percentual da receita corrente líquida, a despesa  verificada no exercício de 2021, acrescida os índices da inflação, obedecido o limite  prudencial de 51,30% e 5,70% da Receita Corrente Líquida, respectivamente (art. 71  da LRF).  

Art. 46 – Nos casos de necessidade temporária, de excepcional interesse  público, devidamente justificado pela autoridade competente, a administração  municipal poderá autorizar a realização de horas extras pelos servidores, quando as  despesas com pessoal não excederem a 95% do limite estabelecido no art. 20, III da  LRF (art. 22, parágrafo único, V da LRF). 

Art. 47 – O orçamento do município para o exercício de 2022 conterá previsão  para pagamento de precatórios expedidos pelos Tribunais do Trabalho e de Justiça,  protocolados na Prefeitura Municipal até 30 de junho de 2021. 

Art. 48 – O Executivo municipal adotará as seguintes medidas para reduzir as  despesas com pessoal caso elas ultrapassem os limites estabelecidos na LRF (art. 19  e 20 da LRF): 

I – Eliminação de vantagens concedidas a servidores; 

II – Eliminação das despesas com horas-extras; 

III – Exoneração de servidores ocupantes de cargo em comissão; IV – Demissão de servidores admitidos em caráter temporário. 

Art. 49 – Para efeito desta Lei e registros contábeis, entende-se como  terceirização de mão-de-obra referente substituição de servidores de que trata o art.  18, § 1º da LRF, a contratação de mão-de-obra cujas atividades ou funções guardem  relação com atividades ou funções previstas no plano de cargos da administração  municipal, ou ainda, atividades próprias da administração pública municipal, devendo, 

nos casos em que haja utilização de materiais ou equipamentos de propriedade do  contratado ou de terceiros, fazer as devidas deduções. 

Parágrafo Único – Quando a contratação de mão-de-obra envolver também  fornecimento de materiais ou utilização de equipamentos de propriedade do  contratado ou de terceiros, por não caracterizar substituição de servidores, a despesa  será classificada em outros elementos de despesa que não o “34 – Outras Despesas  de Pessoal decorrentes de Contratos de Terceirização”. 

VII – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÃO NA LEGISLAÇÃO TRIBUTARIA 

Art. 50 – O Executivo Municipal, quando autorizado em lei, poderá conceder ou  ampliar benefício fiscal de natureza tributária com vistas a estimular o crescimento  econômico, a geração de empregos e renda, ou beneficiar contribuintes integrantes  de classes menos favorecidas, devendo esses benefícios ser considerados no cálculo  do orçamento da receita e ser objeto de estudos do seu impacto orçamentário e  financeiro no exercício em que iniciar sua vigência e nos dois subseqüentes (art. 14  da LRF). 

Art. 51 – Os tributos lançados e não arrecadados, inscritos em dívida ativa,  cujos custos para cobrança sejam superiores ao crédito tributário, poderão ser  cancelados, mediante autorização em lei, não se constituindo como renúncia de  receita (art. 14 § 3º da LRF). 

Art. 52 – O ato que conceder ou ampliar incentivo, isenção ou benefício de  natureza tributária ou financeira constante do orçamento da receita, somente entrará  em vigor após adoção de medidas de compensação (art. 14, § 2º da LRF). 

VIII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 

Art. 53 – O Executivo Municipal enviará a proposta orçamentária à Câmara  Municipal no prazo estabelecido na Lei Orgânica do Município, que a apreciará e a  devolverá para sanção até o encerramento do período legislativo anual. 

§ 1º – A Câmara Municipal não entrará em recesso enquanto não cumprir o  disposto no “caput” deste artigo. 

§ 2º – Se o projeto de lei orçamentária anual não for encaminhado à sanção até  o início do exercício financeiro de 2022, fica o Executivo Municipal autorizado a  executar a proposta orçamentária na forma original, até a sanção da respectiva lei  orçamentária anual.

Art. 54 – Serão consideradas legais as despesas com multas e juros pelo  eventual atraso no pagamento de compromissos assumidos, motivados por  insuficiência de tesouraria. 

Art. 55 – Os créditos especiais e extraordinários, abertos nos últimos quatro  meses do exercício, poderão ser reabertos no exercício subseqüente, por ato do  Chefe do Poder Executivo. 

Art. 56 – O Executivo Municipal está autorizado a assinar convênios com o  Governo Federal, Estadual, em todos os Poderes, através de seus órgãos da  administração direta ou indireta, para realização de obras ou serviços de competência  ou não do Município, bem como com entidades associativas, desportivas e culturais  sem fins lucrativos que prestam serviços públicos de forma complementar. 

Art. 57 – Fica o Executivo Municipal autorizado a atualizar suas metas fiscais,  constantes da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO, para o ano de 2022, até o  momento da elaboração da Lei Orçamentaria para o mesmo ano, na hipótese de  ocorrência de fatos novos decorrentes de calamidade pública, que impliquem na  mudança da situação financeira vindoura. 

Art. 58 – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.  

Touros/RN, em 27 de Dezembro de 2021. 

PEDRO FERREIRA DE FARIAS FILHO 

Prefeito Municipal

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS 

I – RECEITAS 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

Receita Tributárias 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320246.976.371,95  12.246.296,08 8.348.787,00 14.026.216,00 15.723.224,00 17.536.976,0075,54  -31,83  68,00  12,10  11,54

Nota: 

As correções dessa receita foram feitas prevendo um aumento gradual, de acordo com  a fiscalização tributária no Município e obedecendo os índices de inflação previstos  para os anos seguintes 

Receita de Contribuição 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320241.062.486,41  518.005,35 574.512,00 593.293,00 665.074,00 741.793,00-51,25  10,91  3,27  12,10  11,54

Nota: 

Nesse grupo  

levando em consideração a arrecadação do exercício de 2018, observando um aumento gradual e constante baseados nos índices de inflação previstos para o período 

Receita Patrimonial

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
20192020202120222023202472.924,18  21.305,84 28.400,00 24.401,00 27.353,00 30.508,00-70,78  33,30  -14,08  12,10  11,53

Nota: 

levando em consideração a arrecadação do exercício de 2018, observamos um aumento gradual e constante baseados nos índices de inflação previstos para o período 

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS 

I – RECEITAS 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

Transferências Correntes 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
20192020202120222023202467.040.315,88  68.876.504,26 70.116.389,00 78.888.374,00 88.432.943,00 98.634.121,002,74  1,80  12,51  12,10  11,54

Nota: 

Nesse grupo de receita, levando em consideração a arrecadação 

do exercício de 2018, observamos um aumento constante para os anos seguintes baseados nos índices de inflação previstos. 

Outras Receitas Correntes 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320242.680.096,54 6.242.187,29 1.528.875,00 7.149.449,00 8.014.449,00 8.938.955,000  132,91  -75,51  367,63  12,10  11,54

Nota: 

Nesse grupo de receita, levando em consideração a arrecadação 

do exercício de 2018, observamos um aumento baseados nos índices de inflação para o  período previstos nesta Lei. 

Operações de Crédito

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320240,00  0,00 0,00 0,00 0,00 0,000,00  0,00  0,00  0,00  0,00

Nota: 

Seguindo a linha de previsão utilizada para as demais receitas, foi previsto também para essa os mesmos índices. Não foi prevista a arrecadação dessa receita para os últimos anos. 

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS 

I – RECEITAS 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

Alienação de bens 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320240,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000,00  0,00  0,00  0,00  0,00  0,00

Nota: 

Seguindo a linha de previsão utilizada para as demais receitas, foi previsto também para essa os mesmos índices de correção. 

Transferências de Capital 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
201920202021202220232024245.850,00  1.033.911,30 2.311.886,00 1.184.182,00 1.327.454,00 1.480.582,000,00  123,61  -48,78  12,10  11,54

Nota: 

Nesse grupo de receitas estão previstos os Convênios, tanto os convênios com a União quanto  com o Estado, obedecendo-se as previsões contidas no PPA do município. 

Outras Receitas de Capital

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320240,00  0,00 0,00 0,00 0,00 0,000,00  0,00  0,00  0,00 0,00 

Nota: 

Seguindo a linha de previsão utilizada para as demais receitas, foi previsto também para essa os mesmos índices de correção. 

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS 

II.a – DESPESAS 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

Pessoal e Encargos Sociais 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
20192020202120222023202453.101.932,99  58.585.712,14 47.202.464,00 66.177.611,00 74.184.331,00 82.741.866,000,00  -19,43  40,20  12,10  11,54

Nota: 

Esse grupo de despesas apresenta um aumento gradual baseado nos índices de inflação previstos para o período. 

Juros e Encargos da Dívida 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
201920202021202220232024370.178,73  0,00 435.000,00 482.727,00 541.131,00 603.553,000,00  #DIV/0!  10,97  12,10  11,54

Nota: 

Esse grupo de despesas apresenta um aumento gradual baseado nos índices de inflação previstos para o período. 

Outras Despesas Correntes

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
20192020202120222023202422.150.961,95  27.118.169,73 28.358.828,00 31.059.617,00 34.817.460,00 38.833.822,000,00  4,58  9,52  12,10  11,54

Nota: 

Esse grupo de despesas apresenta um aumento gradual baseado nos índices de inflação previstos para o período. 

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS 

II.a – DESPESAS 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

Investimentos 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320242.092.307,85  3.786.640,86 6.150.368,00 4.337.005,00 4.861.732,00 5.422.557,000,00  62,42  -29,48  12,10  11,54

Nota: 

Esse grupo de despesas apresenta um aumento gradual baseado nos índices de inflação previstos para o período. 

Inversões Financeiras 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320240,00  0,00 0,00 0,00 0,00 0,000,00  0,00  0,00  0,00  0,00

Nota: 

Esse grupo de despesas apresenta um aumento gradual baseado nos índices de inflação previstos para o período. 

Amortização da Dívida

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320242.458.088,04  2.000.958,63 2.121.202,00 2.291.785,00 2.569.064,00 2.865.418,000,00  6,01  8,04  12,10  11,54

Nota: 

Esse grupo de despesas apresenta um aumento gradual baseado nos índices de inflação previstos para o período. 

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

METODOLOGIA E MEMÓRIA DE DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS II.a – DESPESAS 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

RESERVA DE CONTINGÊNCIA 

Metas AnuaisValor Nominal – R$Variação %
2019202020212022202320240,00 0,00 2.099.087,00 1.219.679,00 1.367.248,00 76.200,740,00  0,00  0,00  -41,89  0,00 0,00 

Nota: 

Os recursos destinados a Reserva de Contingência apresenta uma variação baseada nas de cada período. 

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

ANEXO DE METAS FISCAIS 

Demonstrativo II – Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior 

Art. 4º, §2º, inciso I da LRF 

ESPECIFICAÇÃOMetas Previstas 2020(a) % PIBMetas Realizadas  2020(b)% PIBVariação
Valor (c) = (b – a) (c/a) x 100
Receita Total Receita Não-Financeira ( I ) Despesa Total Despesa Não-Financeira ( II ) Resultado Primário ( I – II ) Resultado Nominal Dívida Pública Consolidada Dívida Consolidada Líquida 88.046.382,0088.046.382,0088.046.382,0088.046.382,000,00-2.630.225,1329.016.769,0824.801.380,190,1370,1370,1370,1370,000-0,0040,0450,03992.170.873,00 92.170.873,00 91.491.481,36 89.490.522,73 2.680.350,27 -2.630.225,13 29.016.769,08 24.801.380,190,137  0,137  0,137  0,137  0,000  -0,004  0,045  0,0394.124.491,00 4.124.491,00 3.445.099,36 1.444.140,73 2.680.350,27 0,00 0,00 0,004.124.491,00  4.124.491,00  3.445.099,36  1.444.140,73  2.680.350,27  0,00  0,00  0,00

PIB Estadual Previsto e Realizado para 2017 

ESPECIFICAÇÃOVALOR
PIB Estadual para 201764.306.000.000,00
Valor efetivo (realizado) do PIB Estadual em 201866.970.000.000,00 

Pedro Ferreira de Farias Filho Ricely Jeronimo Albuquerque Prefeito Municipal Secretário Municipal de Administração

Prefeitura Municipal de Touros 

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE 

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 

ANEXO DE METAS FISCAIS 

Demonstrativo VIII – Margem de Expansão das Despesas 

Art. 4º, §2º, Inciso II da LRF 

EVENTO 2022
Aumento Permanente da Receita( – ) Transferências Constitucionais ( – ) Tranferências ao FUNDEB – – –
Saldo Final do Aumento Permanente de Receita ( I ) 
Redução Permanente de Despesas ( II ) 
Margem Bruta ( III ) = ( I + II ) 
Saldo Utilizado ( IV )  Impacto de Novas DOCC – –
Margem Líquida de Expansão de DOCC ( III – IV )

Pedro Ferreira de Farias Filho Ricely Jeronimo Albuquerque Prefeito Municipal Secretário Municipal de Administração

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